Depois de ter escrito sobre problemas educacionais, fui pego de surpresa por um acontecimento que eu, sinceramente, não esperava (exatamente no dia em que escrevi os 2 posts anteriores).
Ao voltar para casa na noite de sábado passado, havia um grupo de pessoas conversando em frente à porta de casa, todos meus conhecidos, um deles, inclusive, foi meu aluno, quando eu ainda lecionava no colégio que comentei anteriormente.
Este ex-aluno resolveu me cumprimentar, dizendo; "Ei, professor." Eu respondi e ele acrescentou, que eu era uma pessoa legal, mas que durante o tempo em que foi meu aluno, tinha raiva de mim, por eu ter sido tão rigoroso em sala-de-aula.
O fato de ele sentir raiva de mim na sala-de-aula, me chamou a atenção e me deixou meio descontente. Pelo menos, nunca atirei nenhum apagador em aluno para que ele calasse a boca, e olha que eles faziam tudo para atrapalhar.
Depois de terminar de falar, decidiu fundamentar a "raiva". Disse meu caro ex-aluno: "Tinha raiva na hora das provas, porque o senhor ficava marcando em cima, e não nos deixava colar." Como entender uma coisa dessas? As pessoas fogem do que é o certo.
Como professor, não lembro de ter sentido raiva de nenhum dos meus alunos. Apenas uma parte deles, realmente incomodavam, por não quererem prestar atenção à aula e fazerem de tudo para atrapalhar.
É muito difícil trabalhar numa escola, com aproximadamente 600 alunos, e você saber que pelo menos uns 10% têm raiva de você.
Disse boa noite e entrei fechando a porta.
Mais um dos aspectos, que professores têm que enfrentar em seu dia-a-dia. Ainda bem que abandonei tão doce profissão, que até me dá saudades, mas quando penso no que terei que enfrentar, a falta de respeito, a saudade passa.
Opiniões. Nem sempre as mais adequadas, corretas ou sensatas, mas sem intenção de causar dano a ninguém.
terça-feira, 23 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Enquanto isso na Capital Federal...
A Câmara estuda a possibilidade de alunos, que ainda não concluíram o ensino médio, ingressarem na faculdade. (fonte: www.ultimainstancia.com.br)
O(maravilhoso) PL-6834/2010, do deputado pelo Amapá, Sebastião Bala Rocha, tem por fundamentação ser crescente o número de alunos que prestam vestibular no segundo ano de ensino médio e que são impossibilitados de cursarem a faculdade, por não preencherem os requisitos para ingressar no nível superior, qual seja a conclusão do ensino médio.
Se o projeto passar e ser aprovado no Congresso, é melhor que se acabe logo com o Ensino Médio. Os exames vestibulares de muitas universidades são de múltipla escolha, acrescida de uma redação, que aprovam vários alunos, quer de primeiro, segundo ou terceiro ano do Ensino Médio.
Os estudantes vão se beneficiando de certos artifícios, que deixam para amanhã o que se pode aprender hoje, enquanto o mercado de trabalho já desponta na preferência de pessoas mais velhas e experientes que têm qualificação contra pessoas jovens portadores de diploma.
O
Se o projeto passar e ser aprovado no Congresso, é melhor que se acabe logo com o Ensino Médio. Os exames vestibulares de muitas universidades são de múltipla escolha, acrescida de uma redação, que aprovam vários alunos, quer de primeiro, segundo ou terceiro ano do Ensino Médio.
Os estudantes vão se beneficiando de certos artifícios, que deixam para amanhã o que se pode aprender hoje, enquanto o mercado de trabalho já desponta na preferência de pessoas mais velhas e experientes que têm qualificação contra pessoas jovens portadores de diploma.
sábado, 20 de março de 2010
"Hey teacher, leave the kids alone"
O título do 'post" de hoje não condiz com o que vou escrever, mas decidi usá-lo porque a música do Pink Floyd sempre me incomodou, e foi amplamente usada em cursos de Pedagogia no Brasil, com a finalidade de orientar os futuros professores, ao meu ver erroneamente.
Nesta semana, um professor da rede pública de ensino, no Rio de Janeiro, atirou um apagador contra uma aluna. Segundo notícias colhidas na internet, o professor teria atirado o apagador contra um grupo de alunos que não paravam de falar, atrapalhando sua aula. Uma aluna, de 11 anos, foi atingida no rosto e constrangida, teria dito, na delegacia, que o professor dissera "Que elas iriam sentir o peso de seu apagador". Já o professor alega que não atirou o apagador para acertar a menina, e que sua intenção era de assustá-la.
Esta é a realidade que muitos professores enfrentam em seu dia-a-dia nas escolas de todo país, e quiçá do mundo. Alunos que não querem aprender, falam o tempo todo e ameaçam os professores. As escolas deveriam instalar câmeras para flagrarem qualquer tipo de constrangimento, tanto a alunos quanto a professores.
Lembro-me bem de minha professora de matemática usar tal artifício quando não queríamos prestar atenção na aula, ainda na década de 70. Se bem que, na maioria das vezes gizes eram arremessados. Nem por isso, chorávamos, nos sentíamos constrangidos e sequer ameaçávamos os nossos queridos docentes.
Os tempos mudaram, saímos da ditadura da palmatória e do caroço de milho há quase quarenta anos, para um modelo permissivo que deixou muita coisa perdida pelo caminho. Hoje, a maioria dos alunos não sabem sequer a tabuada, não sabem escrever e nem ler direito. Grande parte deles chega às universidades sem o menor conteúdo. Até na minha pacata cidade, em algum lugar no Tocantins, candidatos ao ingresso na faculdade são admitidos sem terem alcançado sequer a média 5, em uma prova de Porrtuguês, Matemárica e Conhecimentos Gerais.
Depois de lecionar em um dos melhores colégios da minha cidade, aprendi na prática como é difícil ser professor. Acabei desistindo no ano 2000. Os alunos sabiam que não seriam reprovados e éramos obrigados a fazer a tal recuperação continuada, que é um saco. Uma vez, no final do ano, um aluno estava reprovado na minha matéria, ele precisava de 10. Se sua média do ano não fora suficiente, como conseguiria tirar nota máxima em prova de recuperação? Nunca. Mesmo assim, a direção da escola me disse: "Você vai ter que inventar uma maneira de aprová-lo".
Hoje, a maioria dos pais não educam os seus filhos em casa, e transferem para a escola a obrigação de educá-los. Enganam-se. A escola é um lugar de se obter educação como conhecimento. A educação como respeito e dignidade, deve sobretudo começar em casa, sendo ensinada às crianças desde pequenas.
Da mesma maneira que tratam os pais em casa, tratam os professores na escola, tiranizando-os e tentando fazer valer suas vontades imaturas.
Esse tipo de coisa, os jornais não sensacionalizam. Deveriam também mostrar o drama diário de cada professor. Tive a esperança que a última novela de Glória Peres, "Caminho das Índias", fosse mostrar esse drama de maneira positiva. Até que começou, mas logo se perdeu e os professores ficaram, na novela, indefesos.
Assim caminha a humanidade, pelo menos a nossa, assistindo passivamente uma outra novela global, onde uma menina de seus oito anos de idade acaba virando vilã, assustando e chantageando adultos, em pleno horário nobre.
Os profissionais da educação estão num caminho, que parece não ter volta. E enquanto os próprios cursos de pedagogia continuarem mostrando "Hey teacher, leave the kids alone'* , a classe (de professores) vai continuar sendo mal paga e desvalorizada como é. E, o produto desse sistema educacional será uma massa de ignorantes.
* "Ei, professor, deixe os alunos em paz".
Nesta semana, um professor da rede pública de ensino, no Rio de Janeiro, atirou um apagador contra uma aluna. Segundo notícias colhidas na internet, o professor teria atirado o apagador contra um grupo de alunos que não paravam de falar, atrapalhando sua aula. Uma aluna, de 11 anos, foi atingida no rosto e constrangida, teria dito, na delegacia, que o professor dissera "Que elas iriam sentir o peso de seu apagador". Já o professor alega que não atirou o apagador para acertar a menina, e que sua intenção era de assustá-la.
Esta é a realidade que muitos professores enfrentam em seu dia-a-dia nas escolas de todo país, e quiçá do mundo. Alunos que não querem aprender, falam o tempo todo e ameaçam os professores. As escolas deveriam instalar câmeras para flagrarem qualquer tipo de constrangimento, tanto a alunos quanto a professores.
Lembro-me bem de minha professora de matemática usar tal artifício quando não queríamos prestar atenção na aula, ainda na década de 70. Se bem que, na maioria das vezes gizes eram arremessados. Nem por isso, chorávamos, nos sentíamos constrangidos e sequer ameaçávamos os nossos queridos docentes.
Os tempos mudaram, saímos da ditadura da palmatória e do caroço de milho há quase quarenta anos, para um modelo permissivo que deixou muita coisa perdida pelo caminho. Hoje, a maioria dos alunos não sabem sequer a tabuada, não sabem escrever e nem ler direito. Grande parte deles chega às universidades sem o menor conteúdo. Até na minha pacata cidade, em algum lugar no Tocantins, candidatos ao ingresso na faculdade são admitidos sem terem alcançado sequer a média 5, em uma prova de Porrtuguês, Matemárica e Conhecimentos Gerais.
Depois de lecionar em um dos melhores colégios da minha cidade, aprendi na prática como é difícil ser professor. Acabei desistindo no ano 2000. Os alunos sabiam que não seriam reprovados e éramos obrigados a fazer a tal recuperação continuada, que é um saco. Uma vez, no final do ano, um aluno estava reprovado na minha matéria, ele precisava de 10. Se sua média do ano não fora suficiente, como conseguiria tirar nota máxima em prova de recuperação? Nunca. Mesmo assim, a direção da escola me disse: "Você vai ter que inventar uma maneira de aprová-lo".
Hoje, a maioria dos pais não educam os seus filhos em casa, e transferem para a escola a obrigação de educá-los. Enganam-se. A escola é um lugar de se obter educação como conhecimento. A educação como respeito e dignidade, deve sobretudo começar em casa, sendo ensinada às crianças desde pequenas.
Da mesma maneira que tratam os pais em casa, tratam os professores na escola, tiranizando-os e tentando fazer valer suas vontades imaturas.
Esse tipo de coisa, os jornais não sensacionalizam. Deveriam também mostrar o drama diário de cada professor. Tive a esperança que a última novela de Glória Peres, "Caminho das Índias", fosse mostrar esse drama de maneira positiva. Até que começou, mas logo se perdeu e os professores ficaram, na novela, indefesos.
Assim caminha a humanidade, pelo menos a nossa, assistindo passivamente uma outra novela global, onde uma menina de seus oito anos de idade acaba virando vilã, assustando e chantageando adultos, em pleno horário nobre.
Os profissionais da educação estão num caminho, que parece não ter volta. E enquanto os próprios cursos de pedagogia continuarem mostrando "Hey teacher, leave the kids alone'* , a classe (de professores) vai continuar sendo mal paga e desvalorizada como é. E, o produto desse sistema educacional será uma massa de ignorantes.
* "Ei, professor, deixe os alunos em paz".
quinta-feira, 18 de março de 2010
Pixação???
Esta é uma foto do muro de um vizinho.
Fiquei intrigado na primeira vez em que eu vi esta pixação, por dois motivos:
- Acho que pixação é uma falta de respeito e um dano contra o patrimônio de alguém, e que deveria ser repreendido mais severamente;
- Pelas figuras pixadas;
O que mais me chama a atenção são os dois símbolos, feminino e masculino, ao lado esquerdo da foto. Olhe bem. Nota alguma diferença?
Se não, vejam que o símbolo feminino está correto, já o masculino, que deveria estar invertido, com a seta apontada para cima e para a direita, está pixado "errado". Gostaria de entender o que quis dizer o autor da pixação. Se é que quis dizer algo.
Sim, porque imaginemos que este "desenho" ficasse aí onde está por cem, duzentos, trezentos anos. O que diriam os pensadores da época futura?
Provavelmente explicariam que pixação era uma maneira que civilizações antigas usavam para exprimirem seus pensamentos... que por volta dos anos 2000 a humanidade já haveria alcançado a tão sonhada igualdade entre homens e mulheres. Ou diriam ainda, que o homem, depois de perder o seu posto supremo na sociedade, acabou perdendo, também, parte de sua virilidade?
Quando vejo essa pixação, todos os dias no muro do vizinho, tenho a nítida noção de que o autor de tal vandalismo, por ignorância e falta de conhecimento, acaba por acertar que o homem está perdido como nunca antes, ao ponto de ter comprometido a própria virilidade.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Nunca na história deste país
O meu querido Presidente Lula continua me surpreendendo.
Hoje fiquei pasmado com a declaração dele, que li no site do "O Globo", dizendo que "só recebeu Hillary Clinton a pedido do Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim". Depois, explicou que se trata de hierarquia, que quando o presidente Obama vier, ele irá recebê-lo.
Acho que nunca na história deste país fomos tão deselegantes.
O presidente também falou que nós precisamos nos livrar do "complexo de vira-latas".
Pensei que depois de oito anos de conquistas, depois de tanta autoestima, já tivéssemos perdido tal sentimento de inferioridade. Nossos jovens, hoje, não falam tanto em morar fora do Brasil como falavam quando eu era jovem.
Amo o presidente do meu país desde os tempos dos comícios da Igreja da Candelária no Rio de Janeiro, mas tem coisas que não podemos concordar. Nosso presidente tem que ter em mente que representa a nação. E, será que a nação tem este pensamento?
Hoje fiquei pasmado com a declaração dele, que li no site do "O Globo", dizendo que "só recebeu Hillary Clinton a pedido do Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim". Depois, explicou que se trata de hierarquia, que quando o presidente Obama vier, ele irá recebê-lo.
Acho que nunca na história deste país fomos tão deselegantes.
O presidente também falou que nós precisamos nos livrar do "complexo de vira-latas".
Pensei que depois de oito anos de conquistas, depois de tanta autoestima, já tivéssemos perdido tal sentimento de inferioridade. Nossos jovens, hoje, não falam tanto em morar fora do Brasil como falavam quando eu era jovem.
Amo o presidente do meu país desde os tempos dos comícios da Igreja da Candelária no Rio de Janeiro, mas tem coisas que não podemos concordar. Nosso presidente tem que ter em mente que representa a nação. E, será que a nação tem este pensamento?
domingo, 7 de março de 2010
Felicidade
Acordar quando o corpo sente vontade
ver filme ou televisão até tarde
ir à praia, nadar
trabalhar, estudar e dançar
ajudar o próximo
ensinar
Dar aulas de inglês
acessar a internet todos os dias,
descansar, viajar e às vezes passear
parar para pensar
outra vez descansar
E depois disso tudo
Mais uma vez
Recomeçar...
(Bruno Costa)
ver filme ou televisão até tarde
ir à praia, nadar
trabalhar, estudar e dançar
ajudar o próximo
ensinar
Dar aulas de inglês
acessar a internet todos os dias,
descansar, viajar e às vezes passear
parar para pensar
outra vez descansar
E depois disso tudo
Mais uma vez
Recomeçar...
(Bruno Costa)
quinta-feira, 4 de março de 2010
Manobra Política
Nada nos surpreende mais no mundo da politica.
Hoje pela manhã, ao acessar sites de notícias, li nota dizendo que o nosso querido Presidente de República deixaria o cargo para acompanhar a Ministra Dilma, e ainda, que o presidente do Senado, José Sarney assumiria o cargo.
A matéria diz que o Presidente, com isso, pretende evitar problemas com a Justiça Eleitoral.
Acontece cada coisa irritante no mundo da política. Ele deveria permanecer no cargo até o final do mandato e deixar a campanha, como fez FHC. Há quem diga, porém, que o nosso Presidente já está em plena campanha. Vejo essa, suposta, licença como desnecerária.
Já no fim da tarde, li em outra matéria, que o Senador José Sarney negou que assumirá a Presidência, além de dizer que isto não tem fundamento, e que 'estariam procurando cabelo em ovo'.
---
Que coisa não? Em minha própria cidade, aqui no estado do Tocantins, já ouvi dizer que o Prefeito vai se descompatibilizar para concorrer ao cargo de deputado estadual.
Se assim o fizerem, ambos perdem meu voto.
Hoje pela manhã, ao acessar sites de notícias, li nota dizendo que o nosso querido Presidente de República deixaria o cargo para acompanhar a Ministra Dilma, e ainda, que o presidente do Senado, José Sarney assumiria o cargo.
A matéria diz que o Presidente, com isso, pretende evitar problemas com a Justiça Eleitoral.
Acontece cada coisa irritante no mundo da política. Ele deveria permanecer no cargo até o final do mandato e deixar a campanha, como fez FHC. Há quem diga, porém, que o nosso Presidente já está em plena campanha. Vejo essa, suposta, licença como desnecerária.
Já no fim da tarde, li em outra matéria, que o Senador José Sarney negou que assumirá a Presidência, além de dizer que isto não tem fundamento, e que 'estariam procurando cabelo em ovo'.
---
Que coisa não? Em minha própria cidade, aqui no estado do Tocantins, já ouvi dizer que o Prefeito vai se descompatibilizar para concorrer ao cargo de deputado estadual.
Se assim o fizerem, ambos perdem meu voto.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Último post sobre o BBB10
Comentário feito na página da UOL
"O programa de ontem foi realmente a gota d'água. Mas, FELIZMENTE não engana a todos, apenas à grande maioria, pois como comentou o dono do programa... "a Morango teria ido contra o povão".
Balela. Ainda bem que tenho o meu juízo perfeito, ainda! O que dói é ter assinado um programa para sofrer. Nunca mais assino esta porcaria.
Todos sabem que é um grande teatro e com os momentos definidos. Como se explica a conversa da Lia com o Dourado na tarde de ontem, logo depois que o tal dono do programa ter dito que teria votado na Lia "só para confundir os internautas".
Não há respeito com o telespectador, o menor respeito. Como vivemos num país em que damos altos salários a políticos que depois irão aprontar o que aprontam, quem vai se importar?
Infelizmente, assistimos ao vivo o quanto os brasileiros se iludem com tanta facilidade (rs), mas deve ser o nosso eterno ranço indígena... que ainda corre em nosso sangue, de dar o país por cacos de espelhos e pentes, etc."
Aqui, não digo que foi errada a eliminação e que o Bam-Bam-Bam não deva ganhar o programa, mas as imagens do programa de ontem foram degradante.
"O programa de ontem foi realmente a gota d'água. Mas, FELIZMENTE não engana a todos, apenas à grande maioria, pois como comentou o dono do programa... "a Morango teria ido contra o povão".
Balela. Ainda bem que tenho o meu juízo perfeito, ainda! O que dói é ter assinado um programa para sofrer. Nunca mais assino esta porcaria.
Todos sabem que é um grande teatro e com os momentos definidos. Como se explica a conversa da Lia com o Dourado na tarde de ontem, logo depois que o tal dono do programa ter dito que teria votado na Lia "só para confundir os internautas".
Não há respeito com o telespectador, o menor respeito. Como vivemos num país em que damos altos salários a políticos que depois irão aprontar o que aprontam, quem vai se importar?
Infelizmente, assistimos ao vivo o quanto os brasileiros se iludem com tanta facilidade (rs), mas deve ser o nosso eterno ranço indígena... que ainda corre em nosso sangue, de dar o país por cacos de espelhos e pentes, etc."
Aqui, não digo que foi errada a eliminação e que o Bam-Bam-Bam não deva ganhar o programa, mas as imagens do programa de ontem foram degradante.
segunda-feira, 1 de março de 2010
BBB10 PPV: Resumo da madrugada após formação do Paredão
Esta madrugada foi agitada na casa do BBB.
Logo após a formação do paredão, como de praxe, cada emparedado foi expôr suas razões para permanecer no programa. Feito isso:
1) Dourado e Cacau ficaram na sala debatendo por alguns minutos sobre a formação do paredão.
Dourado, então, ao tentar explicar o seu voto em Cacau, disse que poderia ter deixado de escolher a sister, mas preferiu ser coerente com o "seu passado" na casa. Disse ainda que poderia ter votado em qualquer um da sua casa, tendo assim um boi-de-piranhas.
2) Lia chegou a desconfiar da proposta feita por Dourado, dois dias antes, que ela procurasse o Eliézer e pedisse para ele não aceitar o colar do anjo, que seria dado por Cacau. Então iriam Eliezer e Lia. Lia porém não aceitou a proposta e disse que não faria este papel.
Ontem, antes do programa ir ao ar, o Dourado vendo que a sister não tinha feito o que ele tinha sugerido, procurou Eliezer e quis sugestionar que ele não aceitasse o cordão do anjo, que aí daria o paredão que Eliezer queria (este e Lia).
Comentário: Cá pra nós, só conversa, na verdade o Dourado, que não é bobo, já estava imaginando que a casa poderia ruir e o pior (pra ele) que ele certamente estaria no paredão.
Aí entra em cena quem? Cadu. Sim, para tentar mudar a visão de Lia e dizer que a intenção de Dourado ter tido esta conversa com Eliezer não era para evitar sua própria indicação (Dourado).
3) Maroca foi explicar a Dourado o porquê de ter votado nele, mesmo tendo dito que não votaria nele. Para Maroca, o brother votando em Cacau teria eliminado a única chance de voto dela, e por isso não sobrou alternativa a não ser votar em Dourado.
Com isso, o bate-boca se formou, tendo Dourado chamado a sister de hipócrita, que não consegue cumprir promessas que faz, sendo que melhor seria não ter feito a promessa. A briga terminou de forma hilária, com Dourado tapando os ouvido e cantando lálálálá.
Aí entra em cena quem? Lia. Sim, tentando fazer com que Maroca pare de falar tanto. Só que desta vez, a própria Lia ficou numa sinuca. Estava vendida, pois como ela iria irritar uma pessoa que poderia simplesmente tê-la eliminado no dia de ontem, por causa da festa do dia anterior. Assim, a Maroca falou tudo o que queria sobre Dourado, e ainda disse que votaria nele até o fim do programa.
4) O Cadu, querendo descobrir quantos votos o Dourado levou e ainda quem não tinha sido votado, acabou forçando Fernanda a dizer que havia votado no Serginho. A cena foi constrangedora.
Será que o trio Lia-Dourado-Cadu está chegando ao fim?
Logo após a formação do paredão, como de praxe, cada emparedado foi expôr suas razões para permanecer no programa. Feito isso:
1) Dourado e Cacau ficaram na sala debatendo por alguns minutos sobre a formação do paredão.
Dourado, então, ao tentar explicar o seu voto em Cacau, disse que poderia ter deixado de escolher a sister, mas preferiu ser coerente com o "seu passado" na casa. Disse ainda que poderia ter votado em qualquer um da sua casa, tendo assim um boi-de-piranhas.
2) Lia chegou a desconfiar da proposta feita por Dourado, dois dias antes, que ela procurasse o Eliézer e pedisse para ele não aceitar o colar do anjo, que seria dado por Cacau. Então iriam Eliezer e Lia. Lia porém não aceitou a proposta e disse que não faria este papel.
Ontem, antes do programa ir ao ar, o Dourado vendo que a sister não tinha feito o que ele tinha sugerido, procurou Eliezer e quis sugestionar que ele não aceitasse o cordão do anjo, que aí daria o paredão que Eliezer queria (este e Lia).
Comentário: Cá pra nós, só conversa, na verdade o Dourado, que não é bobo, já estava imaginando que a casa poderia ruir e o pior (pra ele) que ele certamente estaria no paredão.
Aí entra em cena quem? Cadu. Sim, para tentar mudar a visão de Lia e dizer que a intenção de Dourado ter tido esta conversa com Eliezer não era para evitar sua própria indicação (Dourado).
3) Maroca foi explicar a Dourado o porquê de ter votado nele, mesmo tendo dito que não votaria nele. Para Maroca, o brother votando em Cacau teria eliminado a única chance de voto dela, e por isso não sobrou alternativa a não ser votar em Dourado.
Com isso, o bate-boca se formou, tendo Dourado chamado a sister de hipócrita, que não consegue cumprir promessas que faz, sendo que melhor seria não ter feito a promessa. A briga terminou de forma hilária, com Dourado tapando os ouvido e cantando lálálálá.
Aí entra em cena quem? Lia. Sim, tentando fazer com que Maroca pare de falar tanto. Só que desta vez, a própria Lia ficou numa sinuca. Estava vendida, pois como ela iria irritar uma pessoa que poderia simplesmente tê-la eliminado no dia de ontem, por causa da festa do dia anterior. Assim, a Maroca falou tudo o que queria sobre Dourado, e ainda disse que votaria nele até o fim do programa.
4) O Cadu, querendo descobrir quantos votos o Dourado levou e ainda quem não tinha sido votado, acabou forçando Fernanda a dizer que havia votado no Serginho. A cena foi constrangedora.
Será que o trio Lia-Dourado-Cadu está chegando ao fim?
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