sábado, 22 de agosto de 2009

Caminho das Índias

"A Televisão me deixou burro, muito burro demais. Oi! Oi! Oi! Agora todas coisas que eu penso me parecem iguais" (Titãs)

Assistir novela, definitivamente, não é coisa para pessoas chatas, que reparam em tudo e analisam a história que está sendo contada.

A última novela que acompanhei com mais afinco foi "A Favorita". Perfeita até o momento em que desmascararam a Flora. Há quem diga que foi por causa da audiência, mas isso não posso afirmar. No último capítulo, prometi a mim mesmo que nunca mais assistiria outra novela dessa forma (passional e analiticamente). E, que não ia perder meu tempo gravando para assistir depois.

Aí, veio o "Caminho das Índias", que para mim à primeira vista trazia um "O Clone" misturado à Romeu e Julieta. Segui firme em meu propósito em não acompanhar mais essa fórmula (batida) de bairro de zona norte carioca, país oriental, sambão e personagens idênticos aos de novelas passadas.

Família é família, e quando todo mundo se reúne à noite para jantar, acaba assistindo a novela das oito.

Are baba!

Esta semana, dois furos me irritaram profundamente:

1) Quando a Maya estava grávida, a levaram para fazer ultrassom, se não me engano, em Dubai... a família foi junta fazer o exame e quase descobrem a mentira da morena. Agora, a Surya, que se diz grávida novamente, vive dizendo que vai ao médico e ninguém dá a mínima... Are Baguandi;

2) O cúmulo do absurdo foi a mãe da nova namorada do Dhalit (insuportável), ter recebido Raj e Maya em sua casa, ter o telefone da família registrado em seu celular e ao se encontrar com Surya (que não foi ao jantar de noivado da filha), não saber que ela não é a Maya (Are Are).

Brincam com a inteligência do telespectador. Mas, quem manda eu não cumprir com minha promessa de nunca mais assistir novela. É continuar assistindo e me indignando com as histórias mal amarradas.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Congresso... não é interessante?

Eu tinha certeza que todas essas acusações contra o Senador Sarney não iam dar em nada. Hoje, parece, que o 'inferno astral' do senador deve ter chegado ao fim, com o arquivamento das 11 denúncias e representações contra ele.

"Que nada. Ele não vai sair não. Isso não vai acontecer." - dizia eu, irritando um amigo, toda vez que ele dizia que o senador iria cair.

De tudo que veio à tona nos noticiários durante esse tempo, a única vez que pendi para o lado do senador, foi quando ele disse, ainda lá no começo, que não sabia que recebia o auxílio moradia do Senado.

Acreditei mesmo... pois, sendo o senador uma pessoa de posses, membro da ABL, isso é realmente possível. Ele, certamente, não é o tipo de pessoa que fica tirando extrato bancário para verificar o-que-entrou-e-o-que-saiu-da-conta, como a maioria da população. Agora o resto...

Pra finalizar e não querendo ser chato, gostaria de dizer que no início do ano estive no Congresso, quando ouvi dizer que o senador estava bem cotado para ser o presidente do senado. Fiquei me indagando: "o que esse senhor ainda quer se metendo nisso?"

É. O ano de 2009 tem sido de muita exposição para o clã Sarney. Não esquecendo que Rosena Sarney conseguiu tomar posse do governo do Maranhão... Dias depois, as denúncias começaram a surgir. Não é interessante?

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Por que escrever?

Decidi escrever este blog porque já estou de saco cheio de escutar que eu sou um chato. Não me considero chato, mas se as pessoas me veem assim, alguma coisa deve haver.

Vários são os tipos de chatos, e como não fiz nenhum estudo aprofundado para escrever o blog, não posso, aqui e agora, mencioná-los. Mas, se eu for me considerar um chato, me incluirei na categoria chato perfeccionista, aquele tipo de pessoa que irrita as outras que não estão nem aí para nada.

Espero que escrever sobre isso, e sobre outras coisas, em blog, possa me ajudar a superar o estigma e até quem sabe, descobrir em minha própria pessoa a chatice apontada pelos outros.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O que é?

Chato.

O Aurélio define 'chato' como:

  1. Sem relevo; liso, plano.
  2. Sem elevação, rasteiro.
  3. Maçante.
  4. Sem elegância, vulgar.
  5. Inseto anopluro da família dos pediculídeos, cosmopolita, que vive normalmente na região pubiana e eventualmente nas sombrancelhas, axilas e outras partes do corpo.
  6. Maçante.
  7. Situação ou coista chata.
Chato de Galochas: Indivíduo muito maçante, extremamente chato.