quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

'A Vida (Não) é Uma Xícara de Chá'

Todos esses anos, como já viram em posts meus anteriores, fui um espectador do programa Big Brother Brasil. Sempre achei a ideia do programa interessante, bem como de um tantos outros realities, pois podemos analisar como as pessoas reagem a certos acontecimentos.

No caso do BBB, Big Brother Brasil, definitivamente joguei a toalha. Vontade essa que começou desde a edição em que o Alemão foi o vitorioso, exatamente a primeira edição que decidi assinar pay-per-view. Depois ainda assinei a edição do tal Rafinha (que detestei), seguido da edição do tal Max (pior ainda).

Felizmente, não assinei mais, e como a maioria da população, continuei assistindo o programa editado, que não dá uma melhor noção do que realmente acontece, onde as pessoas vêem apenas o que os editores reservam.

Com todo o imbróglio causado não sei por quem, dizem que pelos internautas, ... decidi nunca mais assistir o programa, além de não gravar os flashes exibidos pelo Multishow, pois ontem, com as palavras do apresentador, vi o que aprendi com os diversos pay-perviews assinados, erros grotescos que, inclusive, induzem ao público pensar em manipulação.

Os críticos esvoaçantes de outras emissoras caem matando mesmo. E, sinceramente, as palavras do apresentador, ..., deram a sensação de que o público não tem tanta influência no programa. Usar uma piada tola sobre a xícara de chá, se a vida é ou não uma xícara de chá, soou como a vida não é do jeito que o público ou os críticos querem, mas sim dos donos do programa...

Por fim, acredito, que essa edição será sim, a pior de todos os tempos, e talvez a mais preconceituosa, pois eliminaram um rapaz negro por gostar de fazer sexo, com mulher, diga-se de passagem, e depois de uma pessoa gordinha. De qualquer forma, ficaram entre a cruz e a espada... Realmente, a vida não é uma xícara de chá... Mesmo assim, não assisto mais isso.