No caso do BBB, Big Brother Brasil, definitivamente joguei a toalha. Vontade essa que começou desde a edição em que o Alemão foi o vitorioso, exatamente a primeira edição que decidi assinar pay-per-view. Depois ainda assinei a edição do tal Rafinha (que detestei), seguido da edição do tal Max (pior ainda).
Felizmente, não assinei mais, e como a maioria da população, continuei assistindo o programa editado, que não dá uma melhor noção do que realmente acontece, onde as pessoas vêem apenas o que os editores reservam.
Com todo o imbróglio causado não sei por quem, dizem que pelos internautas, ... decidi nunca mais assistir o programa, além de não gravar os flashes exibidos pelo Multishow, pois ontem, com as palavras do apresentador, vi o que aprendi com os diversos pay-perviews assinados, erros grotescos que, inclusive, induzem ao público pensar em manipulação.
Os críticos esvoaçantes de outras emissoras caem matando mesmo. E, sinceramente, as palavras do apresentador, ..., deram a sensação de que o público não tem tanta influência no programa. Usar uma piada tola sobre a xícara de chá, se a vida é ou não uma xícara de chá, soou como a vida não é do jeito que o público ou os críticos querem, mas sim dos donos do programa...
Por fim, acredito, que essa edição será sim, a pior de todos os tempos, e talvez a mais preconceituosa, pois eliminaram um rapaz negro por gostar de fazer sexo,